<p>Nesta quinta-feira, 10 de outubro, o Via Atacadista inaugurou oficialmente a segunda loja em Caxias do Sul, localizada no Bairro Fátima, Zona Norte da cidade. A abertura atraiu centenas de consumidores interessados em conhecer as ofertas e benefícios da nova unidade, que chega para atender a demanda da região, uma área estratégica para o empreendimento.</p>
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<p>Esta é a 19° loja do Grupo Passarela e a 13ª do formato de atacarejo. A estrutura possui 11 mil m² de área construída e 3,6 mil m² de área de vendas, 170 vagas de estacionamento e 26 check outs. A inauguração contou com promoções exclusivas, sorteios especiais e condições de pagamento diferenciadas para os consumidores.</p>
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<p>A nova loja oferece uma experiência de compras completa, atendendo tanto consumidores finais quanto pequenos e médios empreendedores. Com um mix de produtos com mais de 10 mil itens, hortifruti, açougue e padaria, o Via Atacadista reforça seu compromisso em proporcionar variedade e qualidade a preços competitivos e vantagens nas compras em grandes volumes.</p>
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<p>O presidente do Grupo Passarela, Alexandre Simioni, destacou a importância da expansionista para a economia local, com a geração de novos empregos diretos e indiretos. “A nova loja do Via Atacadista vem para fortalecer o atendimento à crescente demanda do público de Caxias do Sul e região, proporcionando uma alternativa de compra que une preço acessível e qualidade”, disse Simioni. “Com essa nova unidade, o Via Atacadista reafirma seu objetivo de se consolidar como uma das principais redes de atacado no estado, levando economia e praticidade para seus clientes”, completa.</p>
<p><br />Loja em Canoas abre em breve</p>
<p>O Grupo Passarela está investindo na expansão em cidades estratégicas de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. A próxima inauguração será realizada em breve em Canoas, na região metropolitana de Porto Alegre. Essas novas unidades seguem o modelo já consolidado de oferta de produtos variados e preços competitivos.</p>
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Repasse de R$ 100 mil foi aprovado pelos vereadores. Serraria Madepalmas Ltda transferirá unidade de Roca Sales para Linha 31 de Outubro:
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<p>A Câmara de Vereadores de Colinas realizou nesta quarta-feira, 9, a primeira sessão ordinária após as eleições municipais. Os parlamentares, entre eles, a suplente Gleci Kochenborger (PP), que ocupará por 30 dias a cadeira de Heitor Schmidt (PP), aprovaram três projetos do Executivo. Com destaque ao que permite a abertura de crédito suplementar de R$ 100 mil para a concessão de incentivo à empresa Serraria Madepalmas Ltda, que estava baixado pelo setor jurídico.</p>
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<p>A empresa de Roca Sales adquiriu, após as últimas enchentes, uma área de dois hectares na localidade de 31 de Outubro, em Colinas, com o objetivo de transferir e expandir as atividades no novo endereço. Conforme a justificativa do projeto, o recurso do município visa auxiliar nas despesas de terraplanagem de toda a área, incluindo transporte e material. No local, a Serraria Madepalmas Ltda construirá pavilhões de mais de dois mil metros quadrados e a previsão de investimento em Colinas é de R$ 1,5 milhão. </p>
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<p><strong>Principal ramo</strong> </p>
<p>A principal atividade do empreendimento é a transformação de toras de madeira de eucalipto em diferentes produtos, como cabos para ferramentas e dormentes para vias férreas, cavaco para queima e geração de energia, além de materiais para a construção civil. </p>
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<p><strong>Doações via PIX</strong></p>
<p>Também foi aprovado o projeto que autoriza o município a repassar os valores recebidos em doação, via PIX, para as famílias atingidas diretamente pelo evento climático de abril/maio de 2024. Atualmente, a conta bancária para onde as doações foram destinadas soma R$ 95.056,25. Conforme sugerido e aprovado pelo Conselho Municipal da Assistência Social, todo o valor será dividido entre as famílias que tiveram danos em suas residências. </p>
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<p><strong>Lavanderia </strong></p>
<p>Os vereadores aprovaram ainda a abertura de crédito especial de R$ 50 mil para dotação da Secretaria Municipal da Saúde, em razão de recursos recebidos do governo estadual. O montante será utilizado na compra e instalação de mobiliário para equipar a lavanderia do setor, responsável pela lavagem e desinfecção da rouparia da Unidade Básica de Saúde e da Academia de Saúde.</p>
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<p><strong>PROJETOS APROVADOS</strong></p>
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<p><strong>ORIGEM EXECUTIVA</strong></p>
<p>☑️️ <strong>Projeto de Lei nº 049.04.2024: </strong>Autoriza o Poder Executivo a efetuar abertura de Crédito Suplementar no valor de R$ 100.000,00 (Cem mil reais), a conceder incentivo à empresa Serraria Madepalmas Ltda., indica recursos, e dá outras providências.</p>
<p><br /> <strong>☑️</strong><strong>️ Projeto de Lei nº 055.04.2024:</strong> Autoriza o Poder Executivo a efetuar abertura de Crédito Especial no valor de R$ 50.000,00 (Cinquenta mil reais), e dá outras providências.</p>
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<p>☑️️ <strong>Projeto de Lei nº 056.04.2024:</strong> Autoriza o Poder Executivo a repassar os valores recebidos como forma de doação, via PIX, para as famílias atingidas diretamente pelo evento climático de abril/maio de 2024, e dá outras providências.</p>
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<p><strong>Próxima sessão: 23 de outubro, às 19h.</strong></p>
<p>Um público de cerca de 50 pessoas – entre agricultores, representantes de entidades e lideranças - participou na sexta-feira (04/10) de um evento técnico com o objetivo de debater fertilidade do solo e manejo da cultura do trigo. Organizada pela Emater/RS-Ascar e pela Cooperativa Agroindustrial São Jacó (Cooperagri) – em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) do Governo do Estado e a Embrapa Trigo, de Passo Fundo -, a atividade foi realizada na propriedade do agricultor Atemio Petter, da localidade de Linha Delfina, em Estrela.</p>
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<p>Na ocasião, os participantes observaram uma estação em que foi abordada a importância da recuperação e da reestruturação do solo – especialmente pelo fato de o Vale do Taquari ter sido uma das regiões mais atingidas pelos eventos climáticos que acarretaram as fortes chuvas de setembro de 2023 e de maio de 2024. Em outra parcela, como parte do Programa de Sementes Forrageiras da SDR – política pública de aquisição de materiais com custo acessível e bônus adimplência de 30% - o grupo pôde conferir o resultado da implantação de 14 cultivares diferentes de sementes, subdivididas em dez de trigo, duas de azevém e duas de triticale.</p>
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<p>De acordo com o extensionista da Emater/RS-Ascar Álvaro Trierweiler, a intenção foi a de observar o comportamento de cada uma delas – o que pode contribuir para uma melhor tomada de decisão na hora do investir em forrageiras de inverno. “Em linhas gerais, o que se pretende é mostrar para o agricultor que o trigo, por exemplo, pode ter outros usos que vão para além da produção de grão”, explica. “Muitas vezes são áreas que ficam em ‘pousio’ após a safra de verão, podendo ser utilizadas para esse propósito”, afirma.</p>
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<p>Diretamente envolvido com o programa, o chefe da divisão de Sistemas Produtivos da SDR, Jonas Wesz, salientou que a ideia foi a de apresentar sementes forrageiras que podem ser utilizadas na formação de pastagens de inverno seja para produção de silagem, feno ou pré-secado e que podem ser destinadas à alimentação dos rebanhos de leite e de corte em estabelecimentos da agricultura familiar. “Esta é uma ação que teve início em março desse ano e que envolve visitas a agricultores e a organização de dias de campo como este de hoje”, pontua.</p>
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<p>Outros pontos ligados ao tema, como o custo médio de produção da silagem e a produtividade da lavoura comercial em seus diferentes propósitos também estiveram na pauta, bem como os tratamentos fitossanitários para as culturas de inverno. Para o anfitrião da tarde, a oportunidade de receber a tarde de campo foi positiva, por possibilitar a troca de conhecimentos e o compartilhamento de sua experiência com a área experimental com as 14 variedades de grãos. “A gente está sempre procurando a qualificação, especialmente em tempos climáticos tão imprevisíveis”, avaliou.</p>
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<p>“Em linhas gerais, a estratégia de produção de cereais de inverno tem se destacado pelo baixo custo, pela excelente qualidade e segurança dentro do manejo alimentar, principalmente frente aos cenários adversos enfrentados no meio rural”, completou Wesz, reforçando a importância do elo entre pesquisa e produção rural como um caminho para o desenvolvimento eficiente e sustentável. Também participaram do encontro os extensionistas da Emater/RS-Ascar Martin Schmachtenberg e Alano Tonin e o representante da Embrapa Trigo, engenheiro agrônomo Cristiano Tomazi, entre outros.</p>
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<p>Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar - Regional de Lajeado</p>
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A ação que é organizada pela Defensoria Pública da União (DPU) e pela Advocacia Geral da União (AGU) está desde o início da semana no município:
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<p>A Caravana de Direitos na Reconstrução do Rio Grande do Sul tem, nesta sexta-feira (04), seu último dia de atendimentos em Estrela. A ação, organizada pela Defensoria Pública da União (DPU) e pela Advocacia Geral da União (AGU), visa oferecer assistência jurídica gratuita à população afetada pelas fortes chuvas e enchentes que atingiram o estado, e que por exemplo buscam informações ou acesso a programas sociais ou a recuperação de documentos.</p>
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<p>O serviço gratuito é oferecido na Igreja Evangélica Assembleia de Deus, localizada na Rua João Aldino Keller, 27, no Bairro Indústrias. O horário é das 9h às 17h, sem fechar ao meio-dia. O atendimento é realizado por ordem de chegada, e os cidadãos devem trazer documentos como RG, CPF, comprovante de residência e documentos relacionados a benefícios já solicitados. Centenas de pessoas já procuraram o atendimento.</p>
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<p><strong>A Caravana oferece diversos serviços gratuitos, como:</strong></p>
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<p>Orientação sobre benefícios, incluindo informações detalhadas sobre programas como Auxílio Reconstrução, Volta por Cima, Pix SOS RS, INSS, Seguro-desemprego, Bolsa Família e FGTS, voltados às vítimas das chuvas.</p>
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<p>Auxílio para cadastro, acesso e utilização de plataformas digitais como Gov.br e CadÚnico, além de atendimento personalizado sobre a situação de cada cidadão e a solução de problemas jurídicos.</p>
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<p>Também é feita a segunda via de certidões de nascimento, casamento e ou óbito.</p>
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<p class="gmail-standard"><strong><span style="text-decoration: underline;">______________________________________________</span></strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Texto</span>: Rodrigo Angeli</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Fotos</span>: fotos divulgação</p>
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CIC Teutônia sediou evento com lideranças dos Vales do Taquari, Rio Pardo, Jacuí e Centro:
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<p>A CIC Teutônia, entidade filiada à Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul, foi sede do Fórum Macrorregional da Federasul para as regiões dos Vales do Taquari, Rio Pardo, Jacuí e Centro. O evento ocorreu nesta quinta-feira (03) e reuniu lideranças empresariais e autoridades para debaterem sobre desafios e oportunidades regionais.</p>
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<p>A programação inicou na parte da tarde, com reuniões das pastas de Produtos e Serviços com executivos e presidentes de entidades filiadas; do Conselho da Mulher com Núcleos de Mulheres de entidades filiadas; e Manifesto Municipal do Empreendedor, com vice-presidentes regionais, presidentes e executivos de entidades filiadas.</p>
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<p>À noite ainda ocorreram palestras e conversas com os temas “Associativismo empreendedor: transformando o presente para fortalecer o futuro”, com o presidente da Federasul, Rodrigo Souza Costa; “Metodologia da transformação: promovendo a mudança na prática”, com o vice-presidente de Integração da Federasul, Rafael Goelzer; e “O salto das mulheres”, com a presidente do Conselho da Mulher Empreendedora da Federasul, Simone Leite.</p>
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<p>Os fóruns organizados pela Federasul ocorrem em diferentes regiões do Estado e buscam fomentar a liderança, o engajamento e o pertencimento, além do desenvolvimento social e econômico. O evento em Teutônia contou com o patrocínio de CDL Porto Alegre, Corsan e Sicoob.</p>
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<p><strong>Enchentes</strong></p>
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<p>A pauta enchentes fez parte dos pronunciamentos, com destaque para projetos e atitudes de retomada da econonia regional, além da necessidade de conexão entre as entidades para alinhamento de discursos e, principalmente, ações de intercooperação na busca por soluções eficientes.</p>
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<p>Goelzer mencionou iniciativas com olhar amplo às necessidades regionais e o apoio da entidade empresarial estadual. “O trabaho de credibilidade da Federasul está, também, em retratar a realidade dessas necessidades. Mais do que discursos, precisamos elaborar documentos que apresentem as demandas mais prementes, criando estratégias de ação. Não somos e não podemos ser ‘entregadores de papel’, nosso trabalho é construirmos juntos e fazermos acontecer. Identificamos uma série de necessidades, mas também há muitas janelas de oportunidades”, defendeu.</p>
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<p>O vice-presidente regional da Federasul e presidente da CIC Teutônia, Renato Lauri Scheffler, apontou para a deficiência logística. “A situação não se resume apenas ao Vale do Taquari, mas ao Estado como um todo, considerando, por exemplo, que a BR 386 é utilizada por outras regiões para o transporte. Somos protagonistas da situação como região, mas o Estado também precisa olhar para essa realidade”, alertou, enaltecendo a importância do evento da Federasul em Teutônia. “Não falamos apenas de gargalos relacionados à infraestrutura, mas também sociais, ambientais e de produção. Precisamos participar ativamente da tomada de decisões, essa é a possibilidade que temos de transformarmos os municípios e as regiões como um todo.”</p>
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<p><strong>Associativismo</strong></p>
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<p>Costa falou da importância do trabalho conjunto. “Associativismo é estarmos de braços dados. As regiões nos trazem diferentes exemplos disso, para diferentes situações, como na mobilização estadual contra o aumento de impostos ou no período de enchentes.”</p>
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<p>Também reafirmou a força dos cidadãos, especialmente em períodos eleitorais. “A política é movimentada pela opinião pública, e essa é nossa responsabilidade enquanto sociedade civil organizada. Nós precisamos saber qual Estado, região ou município queremos para 2035. No atual cenário, o Vale do Taquari está sendo acolhido pelo Brasil, não faltam iniciativas, o que falta é braço”, enumerou.</p>
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<p>Goelzer endossou as palavras do presidente da Federasul e acrescentou que as eleições municipais são mais uma janela de oportunidade. “Temos duas escolhas a fazer: virar as costas ou criar mecanismos para que os eleitos tenham o melhor desempenho, apesar de todas as deficiências que possam ter. Quando deixamos de particiopar das decisões da nossa cidade, não temos o direito de cobrar o resultado final, que certamente será trágico. Precisamos municiar o poder público de bons projetos, uma cidade próspera ou decadente está na participação da sociedade no ambiente público e associativo, com ações objetivas, simples e pragmáticas”.</p>
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<p><strong>Vocação empreendedora</strong></p>
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<p>Simone encerrou a programação falando da força das mulheres, trazendo um retrato histórico dessa jornada de conquistas, de como a sociedade enxergava e onde as mulheres estão hoje. “Tivemos saltos efetivos ao longo dos anos e passamos a ocupar espaços que antes eram exclusivos dos homens. Conquistamos liberdade e independência, apesar de não termos tido as mesmas oportunidades. Vivemos numa sociedade com muitos preconceitos. Como vamos alcançar um cargo de liderança se nossa escada está cheia de obstáculos? Assim é muito mais dificil de inovarmos nos nossos negócios e nos tornarmos grandes empresárias. A maioria das mulheres não empreende por vocação, mas por necessidade”, apontou.</p>
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<p>A presidente do Conselho da Mulher Empreendedora da Federasul defendeu que o público feminino não necessita de cotas, mas sim das mesmas oportunidades do público masculino. Por outro lado, frisou que nem tudo são dificuldades. “Temos exemplos de mulheres que inspiram filhas, colegas de trabalho, vizinhas e até as invejosas”, sorriu.</p>
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<p>TEXTO – Leandro Augusto Hamester</p>
<p>Nesta segunda-feira, dia 30 de setembro, tem início o processo de Consulta Popular 2024/2025 no Rio Grande do Sul, um dos principais mecanismos de participação cidadã no estado. Por meio dessa iniciativa, a população pode votar em projetos prioritários para sua região, que serão financiados com recursos do orçamento estadual em 2025. Este ano, o tema central da consulta é “Reconstrução”, e o governo estadual destinará um total de R$60 milhões para os projetos eleitos. No Vale do Taquari, o valor alocado será de R$1,8 milhão.</p>
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<p>A partir de 30 de setembro, os cidadãos poderão indicar diretamente os projetos que consideram mais importantes para a sua região. As sugestões podem ser feitas por meio do site oficial da Consulta Popular (<a href="http://www.consultapopular.rs.gov.br/" target="_blank">www.consultapopular.rs.gov.br</a>). Essas propostas passarão por discussões regionais para a formulação da cédula de votação final.</p>
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<p>Um dos momentos-chave do processo será a Assembleia Pública Regional, marcada para o dia 9 de outubro, às 10h, no Auditório do Prédio 11 da Universidade do Vale do Taquari - Univates, em Lajeado. Durante a assembleia, membros do Conselho de Desenvolvimento do Vale do Taquari (Codevat) irão debater os critérios de inclusão dos projetos na cédula de votação. O encontro contará com a participação de representantes da sociedade civil e de lideranças regionais.</p>
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<p>Após essa primeira assembleia, ocorrerão encontros locais, microrregionais e regionais para afinar a discussão sobre os projetos. O objetivo é que até o dia 22 de novembro, em uma nova reunião regional, a cédula de votação esteja definida e pronta para ser submetida à escolha popular.</p>
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<p>A votação dos projetos que receberão os recursos estaduais ocorrerá de 2 a 6 de dezembro de 2024, também pelo site da Consulta Popular. Os projetos que forem eleitos pela maioria dos votos serão incluídos no orçamento de 2025, com execução prevista para o ano seguinte.</p>
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Na próxima quinta-feira (10/10) será inaugurada mais uma unidade do Via Atacadista, em Caxias do Sul - Rio Grande do Sul.
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<p>Esta é a 19° loja do grupo e a 13ª do formato de atacarejo, com 11 mil m² de área construída e 3,6 mil m² de área de vendas.</p>
<p>Ao todo, a unidade conta com um mix de 10 mil itens para atender os consumidores finais e comerciantes. Dentre as sessões se destacam o açougue com carnes frescas e cortes especiais, a padaria com produção própria e o hortifrúti fresquinho abastecido diariamente.</p>
<p>A nova loja ainda oferece mais de 200 vagas de estacionamento, 26 checkouts e ainda gerou 190 novas vagas de empregos diretos.</p>
<p>Alexandre Simioni, presidente do Grupo Passarela, destaca que a inauguração da segunda loja em Caxias do Sul é mais uma etapa concluida da bandeira Atacadista. “Vemos um grande potencial no estado gaúcho para ampliar o acesso e abastecimento da população. Nosso objetivo é levar qualidade e variedade aos consumidores em todos os lugares, sempre com preços competitivos para garantir economia nas compras de qualquer volume”, afirma Simioni. “Estamos comprometidos com o processo de expansão da marca e felizes de anunciar que ainda em 2024 vamos inaugurar mais duas lojas do Via, uma em Canoas/RS e outra em Chapecó/SC”, completa.</p>
<p>Planos de expansão</p>
<p>Seguindo o planejamento estratégico, o Grupo Passarela vai inaugurar mais 2 lojas ainda este ano: 1 no estado do Rio Grande do Sul e 1 em Santa Catarina, além de atingir a marca de 3.500 colaboradores diretos e um faturamento previsto de mais de R$ 2,6 bilhões. E para 2025, serão mais 9 novas unidades, alem da ampliação da fabrica D’Lena Alimentos responsável por todo o abastecimento de produtos de padaria e confeitaria da rede, e a construção de mais um centro de distribuição no Vale do Taquari, Rio Grande do Sul.</p>
<p>Assessoria grupo passarela </p>
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Educandário recebe inscrições para bolsas de estudos da Educação Profissional:
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<p>Um dos desafios do mercado de trabalho brasileiro é a falta de mão de obra com formação técnica, realidade que também afeta o cenário regional. Estudos apontam essa carência em diferentes segmentos, com criação de novas vagas para empregos formais e escassez de talentos. A realidade no agronegócio é semelhante, com um agravante: as dificuldades para a sucessão familiar no campo.</p>
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<p>Com 72 anos de história na formação de profissionais e cidadãos, o Colégio Teutônia conta com quatro opções na Educação Profissional: Técnico em Agropecuária, Técnico em Eletrotécnica, Técnico em Eletromecânica e Técnico em Administração.</p>
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<p>“São diferentes opções que contribuem para a formação de cidadãos e para dar um impulso na carreira profissional, com alcance em mais de 30 municípios do Vale do Taquari e regiões vizinhas. A formação técnica é um ‘cartão de visita’ para o ingresso no mercado de trabalho e evolução como profissional”, destaca o diretor do CT, Mauro Alberto Nüske.</p>
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<p><strong>50 anos de Técnico em Agropecuária</strong></p>
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<p>A origem do Colégio Teutônia e de sua mantenedora, a Fundação Agrícola Teutônia (FAT), tem relação direta com o curso Técnico em Agropecuária e vai além de sua finalidade preponderante, que é o ensino. Nas raízes da sua história está o valor que os primeiros imigrantes alemães perceberam ao criarem uma “escola de maestria agrícola”, ou de capatazes rurais, em 1952. “Isso demonstra o quanto se buscava, desde a chegada dessas primeiras famílias, um ensino de qualidade, para qualificar seus filhos em busca do conhecimento, mas, principalmente, fundamentado em valores”, reforça Nüske.</p>
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<p>Em 1974 o curso Técnico em Agropecuária foi autorizado pelo Estado, celebrando os 50 anos em 2024. A partir dos anos 2000, novos cursos foram ofertados pelo CT, comprovando a força da instituição, reforçando sua capacidade de alcance frente à uma região em amplo desenvolvimento.</p>
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<p>O curso Técnico em Agropecuária habilita o egresso a planejar, executar, acompanhar e fiscalizar todas as fases dos projetos agropecuários; a colaborar na elaboração de laudos, relatórios e estudos ambientais, além de administrar propriedades rurais; a elaborar e acompanhar programas de gestão e educação ambiental; elaborar, aplicar e monitorar programas preventivos de sanitização na produção animal, vegetal e agroindustrial; fiscalizar produtos de origem vegetal, animal e agroindustrial; realizar medição, demarcação e levantamentos topográficos rurais; atuar em programas de assistência técnica e extensão rural; pesquisar, coletar, armazenar e interpretar informações, dados e documentações ambientais.</p>
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<p>“O técnico em agropecuária é um profissional altamente requisitado, ajuda a sustentar e levar para frente a produção agrícola e animal, garantindo a produção de alimentos saudáveis e de qualidade para a população, além dos cuidados com o Meio Ambiente”, reforça a coordenadora do curso, professora Cristiana Terra.</p>
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<p><strong>Teoria e prática</strong></p>
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<p>Os estudantes do curso Técnico em Agropecuária do Colégio Teutônia, após dois anos passando pelos diversos componentes curriculares, realizam período de estágio prático. Como resultado dessa metodologia, os alunos desenvolvem Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), que é apresentado para banca, com os melhores estudos tendo reconhecimento público na solenidade de formatura e ficando à disposição na Biblioteca do CT para consulta da comunidade.</p>
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<p>Este ano, um dos trabalhos destacados foi o da estudante Vanessa Rohsig: “Estudo do volume de dejetos líquidos de suínos produzidos de acordo com a área agricultável do município de Colinas/RS e seus impactos no Meio Ambiente”.</p>
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<p>O trabalho considera que o sistema de confinamento intensivo na produção da suinocultura na região gera grandes volumes de dejetos líquidos e requer sua destinação adequada. “A alternativa mais utilizada pelos agricultores é usada como fertilizante, por ter mais facilidade no manuseio da propriedade. Porém, o manejo e a quantidade inadequada do resíduo podem gerar um desequilíbrio da vida no solo, pela composição química e sua quantidade de nutrientes que pode ser nociva ao Meio Ambiente, com consequências negativas para as plantas, contaminando o solo, o ar e na qualidade das águas”, justifica a estudante na apresentação do estudo.</p>
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<p>O município de Colinas foi drasticamente atingido pelas recentes cheias e a reflexão quanto à gestão do solo e das áreas agricultáveis se torna fundamental para sua sustentabilidade. “O estudo permitiu concluir que em Colinas torna-se essencial a implementação de práticas de manejo eficientes, tais como análise de solos, instalação de cobertura nas esterqueiras de dejetos, melhoria dos vertedouros e consideração de alternativas para o destino dos resíduos, como a utilização de biodigestores e compostagem que armazenam por mais tempo considerando a limitação de área agricultável. Essas medidas visam minimizar os impactos ambientais, tanto no solo quanto nos recursos hídricos”, aponta Vanessa.</p>
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<p><strong>Bolsas de estudos</strong></p>
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<p>O Colégio Teutônia está com inscrições abertas para o Processo Seletivo de Bolsas de Estudos 2025. São auxílios parciais (50%) e integrais (100%) com validade para todo o período do curso técnico. Para participar, os interessados devem se inscrever no site do Colégio Teutônia (<a href="http://www.colegioteutonia.com.br">www.colegioteutonia.com.br</a>) até o dia 16 de outubro.</p>
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<p>No momento da inscrição, o candidato seleciona o curso e o dia da aplicação da prova, podendo optar pelas datas de 18 de outubro, a partir das 19h, ou 19 de outubro, a partir das 08h30min. A avaliação tem duração de até duas horas e contempla redação e questões objetivas de Matemática.</p>
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<p>As bolsas são ofertadas pela Fundação Agrícola Teutônia, cooperativas e empresas parceiras. Outras empresas e entidades interessadas em firmar parceria com o educandário para oferta de bolsas de estudo devem contatar a Secretaria do CT pelo fone (51) 3762-4040 ou e-mail <a href="mailto:cristiana.terra@colegioteutonia.com.br">cristiana.terra@colegioteutonia.com.br</a> para mais informações.</p>
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<p>TEXTO – Leandro Augusto Hamester</p>
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No evento, Odilo e Célia Krieger foram eleitos os novos rei e rainha dos idosos
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<p>A comunidade de Westfália se reuniu em uma grande celebração no dia 25 de setembro para prestigiar a 20ª Festa Anual da Pessoa Idosa. O evento, que já se tornou tradição no Município, foi realizado na sede do Flamengo Futebol Clube e contou com uma programação repleta de momentos de confraternização e homenagens.</p>
<p>A festividade iniciou pela manhã com a abertura oficial, que teve pronunciamentos de autoridades locais, destacando a importância do evento para a valorização da pessoa idosa e a promoção da convivência entre as diferentes gerações. Logo após, os participantes foram convidados a participar de um momento de espiritualidade, reforçando a fé e a união da comunidade.</p>
<p>A programação seguiu com uma apresentação cultural especial da Deutschland Tour 2024, que trouxe um pouco da cultura alemã, uma forte herança, encantando o público com danças e músicas típicas, além de teatro. A turnê, realizada no mês de agosto, foi alusiva aos 200 Anos da Imigração Alemã no Brasil e reuniu a Orquestra Municipal de Westfália e o Grupo de Danças Folclóricas Alemãs Westfälische Tanzgruppe.</p>
<p>Após o almoço, com a presença dos reis e rainhas dos Grupos de Idosos do Município, houve a despedida do casal Elmo e Delcia Wahlbrinck, que durante o último ano representaram a comunidade como rei e rainha dos idosos. Em um clima de agradecimento e alegria, o casal passou a coroa ao novo casal de rei e rainha, Odilo e Célia Krieger, que assumiram o título com o compromisso de representar os idosos de Westfália em eventos futuros.</p>
<p>À tarde, ainda houve baile de integração, animado por JD e Cia. A 20ª Festa Anual da Pessoa Idosa proporcionou momentos de descontração, dança e confraternização, reunindo idosos de todas as localidades do Município para celebrar a vida e a alegria de viver, celebrando suas histórias e fortalecendo os laços comunitários.</p>
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<p><em>TEXTO E FOTOS: Divulgação </em></p>
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Associados devem ficar atentos aos prazos do Novo Estatuto Social
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<p>Em cumprimento com as <strong>recentes alterações no Estatuto Social da Cooperativa Languiru</strong> – aprovadas na Assembleia Geral Extraordinária realizada no dia 24 de setembro de 2024 – <strong>todos os associados devem estar atentos aos prazos e exigências para regularização cadastral</strong>. O processo é essencial para garantir que os direitos e deveres dos cooperados sejam mantidos, além de fortalecer a transparência e o bom funcionamento da Cooperativa.</p>
<p>Segundo o novo Estatuto Social, a <strong>regularização cadastral é obrigatória para todos os associados</strong>. A medida tem objetivo de reforçar a organização interna e garantir que todos os cooperados estejam em dia com a Cooperativa.</p>
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<p><strong>Atualização cadastral e prova de vida:</strong></p>
<p>Conforme o Art. 7º, §2º do Estatuto Social da Cooperativa, todos os associados da Languiru devem realizar a <strong>atualização cadastral e prova de vida anualmente nos meses de outubro, novembro e dezembro. </strong>Essa atualização é obrigatória e visa manter os registros dos cooperados atualizados, prevenindo problemas de comunicação e garantindo a continuidade dos benefícios e direitos associados à cooperativa.</p>
<p><em>§2º: ANUALMENTE, durante os meses de outubro, novembro e dezembro, o associado deverá atualizar seu cadastro e fazer a prova de vida;</em></p>
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<p><strong>Entrega da Produção:</strong></p>
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<p>Da mesma forma, é importante citar que o Art. 71º do Estatuto Social estipula que o cooperado tem até 90 dias para regularizar a entrega da produção à Cooperativa. Caso contrário, poderá ter seu cadastro e matrícula eliminados, conforme o previsto no Art. 9º do mesmo documento.</p>
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<p><strong><em>Art. 71º - </em></strong><em>O associado terá o prazo de 90 dias para regularizar sua situação prevista na letra “f” do art. 5º, inciso II, sob pena de sua eliminação prevista no item “b” do § 1º do art. 9º deste Estatuto.</em></p>
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<p>Nesse sentido, o Estatuto Social reforça a obrigatoriedade de os cooperados <strong>entregarem toda a sua produção comercializável à Cooperativa Languiru</strong>, conforme o Art. 5º, inciso II, letra “f”. A única exceção ocorre em situações especiais, que precisam ser aprovadas pelo Conselho de Administração ou equivalente.</p>
<p>Essa entrega é essencial para a continuidade da Cooperativa, garantindo o fluxo de produção e comercialização. </p>
<p><strong><em>Art. 5º </em></strong><em>– Cumprindo o que dispõe o artigo anterior e seu parágrafo único, o associado adquire todos os direitos e assume todos os deveres e obrigações decorrentes da Lei, deste Estatuto e das deliberações tomadas pela Cooperativa.</em></p>
<p><em>II – O ASSOCIADO TEM O DEVER:</em></p>
<p><em>f – entregar toda a produção comercializável de sua propriedade à Cooperativa, nos segmentos de atuação desta, salvo em casos específicos devidamente deliberados e aprovados pelo Conselho de Administração da Cooperativa ou, no caso da produção de grãos, entregar quantidade mínima de grãos conforme determinado em Regimentos Internos Específicos.</em></p>
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<p>A Cooperativa Languiru reforça a importância de que todos os associados estejam <strong>atentos aos prazos de regularização cadastral e entrega de produção</strong>, a fim de evitar sanções ou perda de direitos. </p>
<p>Para esclarecer dúvidas ou obter mais informações sobre o processo cadastral, os cooperados podem entrar em contato com o Departamento Técnico da Languiru, pelo telefone<strong> (51) 3762-5647 ou pelo WhatsApp (51) 9 9678-4176, mediante agendamento.</strong></p>
<p>Com essas ações, a Cooperativa Languiru busca garantir a solidez de sua estrutura, preservando a <strong>confiança e a transparência</strong> em sua relação com os associados. A regularização cadastral é vista como um passo fundamental do processo de reestruturação para manter o bom funcionamento da Cooperativa e a plena participação dos seus cooperados.</p>
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<p><br /> <strong> Marketing Languiru</strong><br /> Marketing </p>