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O segundo encontro da Academia Dália de Vendas, projeto desenvolvido pela Divisão Comércio e Marketing da Cooperativa Dália Alimentos, capacitou, no dia 24 de julho,
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<p>os profissionais da Filial de Arroio do Meio. O evento foi realizado no Auditório do Centro de Cultura Ouro Branco, no Parque Dália, em Encantado, com o apoio do Sistema Ocergs/Sescoop, reunindo cerca de 40 representantes comerciais da região do Vale do Taquari.</p>
<p>Na abertura, o Vice-Presidente Executivo da cooperativa, Igor Estevan Weingartner, explicou que a Academia Dália de Vendas surgiu a partir da necessidade de desenvolver um método estruturado de capacitação para aperfeiçoar as habilidades e técnicas comerciais da equipe. "Queremos aproximar os vendedores da história da cooperativa, fortalecendo o sentimento de pertencimento e o conhecimento sobre a dimensão da organização que representam. A proposta é dar continuidade a esses encontros com as mesmas filiais no próximo ano, consolidando e aprimorando cada vez mais as equipes de vendas da Dália", destaca Weingartner.</p>
<p><strong>Transmitindo conhecimento</strong></p>
<p>Além de Igor Weingartner, o evento contou com a palestra de Tiago Scarano, diretor da Nível Soluções, empresa que auxiliou na estruturação da Academia Dália de Vendas.</p>
<p>Segundo Scarano, a iniciativa começou a ser construída no final do ano passado, quando a empresa e a Dália passaram a desenvolver metodologias voltadas à qualificação da equipe comercial. "O objetivo é proporcionar um método de trabalho padronizado, elevando a qualidade do atendimento, do relacionamento com os clientes e, consequentemente, dos resultados obtidos pelos vendedores", explica, reforçando que novos encontros já estão previstos para os próximos anos.</p>
<p><strong>Um grande projeto</strong></p>
<p>O gestor da Filial de Arroio do Meio, Erni Neumann, destacou a importância da capacitação contínua dos representantes. "Essa Academia de Vendas é um grande projeto da cooperativa e uma oportunidade ímpar para reunirmos nossa equipe, aperfeiçoando o atendimento e superando as expectativas dos clientes em cada visita aos pontos de venda", afirma.</p>
<p>Também gestora da filial, Liselena Neumann ressaltou a importância de os representantes conhecerem a trajetória construída pela cooperativa ao longo de seus 79 anos. "É um privilégio ouvir o Vice-Presidente Executivo, os gerentes e supervisores da área comercial. Ao mesmo tempo, é fundamental reunir aqueles que representam a Dália diariamente nas relações comerciais para conhecerem a história da cooperativa e esclarecerem suas dúvidas", comenta.</p>
<p>Ela acrescenta que o representante precisa compreender os princípios do cooperativismo, conhecer profundamente o portfólio da Dália e entender as necessidades de cada cliente para oferecer um atendimento de excelência.</p>
<p>O Gerente Comercial da Filial de Arroio do Meio, Gabriel Biasibetti, afirma que a Academia Dália de Vendas contribui para fortalecer a disciplina e o desempenho da equipe. "É uma oportunidade de alinharmos todos os representantes, projetando o alcance das metas para 2027 e 2028. Também reforçamos o entendimento sobre o cooperativismo e sobre a responsabilidade de representar a Dália em cada relacionamento com os clientes", destaca.</p>
<p>Biasibetti explica que a filial conta com 40 representantes comerciais e que parte da equipe participará de uma nova turma da capacitação.</p>
<p><strong>Técnicas na negociação</strong></p>
<p>Ao longo do encontro, Rangel Lorenzi apresentou um panorama das regiões de atuação da equipe comercial. Gustavo Henrique Facchini abordou temas relacionados ao comportamento, planejamento e organização da rotina de vendas. Daniel Martin Weingartner falou sobre a utilização das tabelas comerciais como ferramenta para apoiar as negociações e a gestão da carteira de clientes.</p>
<p>E por último, o Gerente da Divisão Comércio e Marketing, Elton de Lima, reforçou a importância da aplicação prática desses conceitos no dia a dia dos representantes comerciais.</p>
<p> Assessoria de Imprensa Cooperativa Dália </p>
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Capacitação é promovida pelo Conselho Municipal da Pessoa Idosa e financiada com recursos do Fundo Municipal da Pessoa Idosa
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<p>Teve início na noite desta segunda-feira, dia 03 de agosto, o Curso de Técnicas Básicas para o Cuidado com a Pessoa Idosa, promovido pelo Conselho Municipal da Pessoa Idosa de Poço das Antas, em parceria com o Senac Lajeado. A formação reúne participantes interessados em ampliar seus conhecimentos sobre o cuidado à pessoa idosa, contribuindo para uma assistência mais segura, humanizada e qualificada.<br />A abertura contou com a presença do secretário de Assistência Social, Volmir Schneider; da presidente do Conselho Municipal da Pessoa Idosa, Vani Schneider; da assistente social Tatiane Santos; da Soluções Corporativas do Senac Lajeado, Denise Rech; e da docente responsável pelo curso, Mariela Fagundes. Eles apresentaram a proposta da capacitação e deram as boas-vindas à turma.<br />O curso é custeado pelo Conselho Municipal da Pessoa Idosa, por meio de recursos do Fundo Municipal da Pessoa Idosa, formado a partir das destinações do Imposto de Renda realizadas por contribuintes. O investimento permite oferecer gratuitamente uma capacitação voltada ao atendimento das necessidades da população idosa.<br />O secretário de Assistência Social, Volmir Schneider, ressaltou que a iniciativa acompanha uma realidade cada vez mais presente na sociedade. “O aumento da população idosa exige que tenhamos pessoas preparadas para oferecer um cuidado adequado. Esta formação amplia conhecimentos, incentiva boas práticas e contribui para que as famílias e os profissionais tenham mais segurança no atendimento às pessoas idosas”, observou.<br />Para a presidente do Conselho Municipal da Pessoa Idosa, Vani Schneider, a formação demonstra a importância da participação da comunidade por meio das destinações ao Fundo. “Cada destinação do Imposto de Renda faz diferença e permite que iniciativas como esta saiam do papel. É uma satisfação ver esses recursos sendo aplicados em uma capacitação que prepara pessoas para cuidar dos nossos idosos com conhecimento, responsabilidade e sensibilidade. Aproveitem ao máximo cada dia desse curso”, desejou.<br />Com carga horária de 40 horas, o curso será desenvolvido nas segundas e quartas-feiras, abordando temas como cuidados básicos, higiene, alimentação, mobilidade, administração de medicamentos, prevenção de acidentes, primeiros socorros e aspectos relacionados ao envelhecimento. As atividades são conduzidas pelo Senac Lajeado e combinam conteúdos teóricos e práticos ao longo da formação.</p>
<p>Assessoria de Imprensa Prefeitura de Poço das Antas</p>
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A ferramenta foi desenvolvida para ampliar o acesso a informações sobre eventos extremos e apoiar pesquisas, planejamento e gestão de riscos na região
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<p dir="ltr">Lajeado (RS) — Documentos reunidos em diferentes locais, relatos de moradores guardados apenas na lembrança, planilhas de pesquisas acadêmicas dispersas em diferentes instituições. Por mais de cem anos, a história das cheias do Rio Taquari foi registrada, mas nunca reunida em um único lugar. A lacuna começou a ser preenchida de forma acadêmica, ao longo das últimas décadas, e mais recentemente, com a composição de séries históricas.<br /><br /></p>
<p dir="ltr">A agora a informação ganha condições mais fáceis de acesso com o lançamento da plataforma digital "Memória e História Hidrológica da Bacia Hidrográfica do Taquari-Antas", uma iniciativa que organiza dados oriundos de pesquisas científicas sobre os eventos hidrológicos que marcaram a região ao longo de mais de um século. <a href="https://sites.google.com/view/memoriahidrologicadoriotaquari/">A plataforma pode ser acessada por meio deste link. <br /><br /></a></p>
<p dir="ltr">A Bacia Hidrográfica do Taquari-Antas ocupa cerca de 26,4 mil quilômetros quadrados no nordeste gaúcho e, segundo dados de 2020 citados pelo projeto, abriga aproximadamente 1,38 milhão de pessoas. É para essa população, que viveu de perto os desastres de 2023 e 2024 e que convive historicamente com o risco de novas cheias, que a plataforma se dirige.<br /><br /></p>
<h2 dir="ltr"><span id="docs-internal-guid-47c199d8-7fff-645b-0401-a8494922053c"><span>Cem anos de cotas e ocorrências</span></span></h2>
<p dir="ltr">Na primeira etapa da plataforma, o destaque é a série histórica dos níveis alcançados pelas cheias do Rio Taquari na cidade de Lajeado, maior centro urbano da bacia sujeito a grandes eventos de inundação. Os dados cobrem o período entre 1873 e 2025, cobrindo mais de 200 eventos, e foram consolidados a partir de estudos científicos publicados em 2024, passando por processos de levantamento, tratamento e validação técnica.<br /><br /></p>
<p dir="ltr"><a href="https://sites.google.com/view/memoriahidrologicadoriotaquari/gr%C3%A1ficos?authuser=0">Dois gráficos</a> resumem visualmente mais de um século de história do rio. Um mostra a ocorrência de eventos por ano, picos como os sete registros de 1983 e 1984, ou o conjunto de quatro ocorrências em anos como 1990, 2003 e 2020, convivem com longos intervalos de estiagem relativa, em que apenas um evento foi contabilizado.<br /><br /></p>
<p dir="ltr">Outro gráfico apresenta a distribuição dos níveis oficiais atingidos pelo rio a cada ano, com marcas que oscilam majoritariamente entre 15 e 25 metros, mas que, em anos críticos, como 1941, 2023 e o recente pico de 2024, que ultrapassaram os 29 e até os 33 metros, os eventos mais extremos da série.<br /><br /></p>
<p dir="ltr">A expectativa dos pesquisadores é que o site cresça de forma gradual, incorporando novos documentos, mapas e dados à medida que forem validados, consolidando-se como um repositório da memória dos eventos hidrológicos regionais. “A proposta assegura que as experiências vividas pelas comunidades do Vale do Taquari, muitas delas marcadas por perdas e traumas, não se percam com o tempo, e possam servir de base para que as pessoas desenvolvam uma relação mais consciente com o rio, servindo também como fonte para o desenvolvimento de ações de prevenção diante de futuros eventos”, destacam os idealizadores do projeto Sofia Royer Moraes e Lucas George Wendt.<br /><br /></p>
<p dir="ltr">O site também apresenta o <a href="https://sites.google.com/view/memoriahidrologicadoriotaquari/mapa-cidad%C3%A3o-rs2024?authuser=0">Mapa Cidadão</a>, iniciativa criada após os eventos extremos de maio de 2024, com base em experiência desenvolvida em setembro de 2023, por uma força-tarefa reunindo o Instituto de Pesquisas Hidráulicas da UFRGS e a Univates. O levantamento combinou reconhecimento em campo, análise de imagens de satélite e cruzamento com modelos digitais do terreno a registros enviados pela própria população, um exemplo da aproximação entre ciência cidadã e conhecimento técnico que perpassa a produção acadêmica dos dois pesquisadores do projeto.<br /><br /></p>
<p dir="ltr"><strong>Onde hidrologia e memória se conectam: os antecedentes do projeto </strong></p>
<p dir="ltr">O projeto é assinado por dois pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS): Sofia Royer Moraes, doutoranda em Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental, também docente na Universidade do Vale do Taquari - Univates, e Lucas George Wendt, doutorando em Ciência da Informação. A dupla, que já vinha trabalhando separadamente com aspectos técnicos e documentais das enchentes do Taquari, uniu hidrologia e informação para transformar registros dispersos em um repositório acessível a pesquisadores, gestores públicos, educadores e à própria população atingida pelas cheias.<br /><br /></p>
<p dir="ltr">A trajetória de Sofia Royer Moraes com o tema das cheias do Taquari remonta a quase uma década. Ainda na graduação em Engenharia Ambiental na Univates, ela dedicou sua monografia, em 2016, ao mapeamento das áreas e edificações atingidas pelas inundações do rio na área urbana de Lajeado, um primeiro exercício de sistematização espacial que viria a se tornar uma marca de sua produção acadêmica.<br /><br /></p>
<p dir="ltr">Nos anos seguintes, a pesquisadora aprofundou-se em diferentes frentes ligadas ao comportamento do rio, tendo participado de estudos em diferentes frentes: identificou áreas urbanas suscetíveis a inundações, investigou a relação entre o fenômeno climático ENOS e a ocorrência de cheias em Lajeado, e analisou o tempo de retorno estatístico das inundações, ou seja, a probabilidade de novos eventos extremos ocorrerem em determinado intervalo de anos. Já no âmbito de colaborações mais amplas, integrou estudos sobre a antecedência mínima necessária para previsões de inundação em Lajeado, ao lado de nomes como Walter Collischonn e Fernando Fan, referências nacionais em modelagem hidrológica.<br /><br /></p>
<p dir="ltr">O ano de 2024, marcado pelo desastre climático de setembro de 2023 e, principalmente, pelas enchentes de maio, redirecionou parte de sua produção para a consolidação histórica. Foi nesse contexto que Moraes liderou a revisão e consolidação da série histórica dos níveis das cheias do Rio Taquari em Lajeado, primeiro cobrindo o período de 1939 a 2023, e depois ampliando o recorte para 1912 a 2024, o mesmo conjunto de dados que hoje sustenta os gráficos e a base disponibilizadas na nova plataforma. Também nesse período, participou de estudos de retromodelagem de eventos extremos, como o de julho de 2020, e de análises sobre modificações no leito do rio e seus impactos sobre as inundações, além de contribuir para um artigo internacional sobre o caráter excepcional do desastre hidrológico de abril e maio de 2024 no Sul do Brasil.<br /><br /></p>
<p dir="ltr">Paralelamente ao trabalho técnico, Moraes passou a atuar também na interface entre ciência e comunidade. Coautora de estudos sobre ciência cidadã aplicada às enxurradas e inundações de 2023 e 2024, e sobre a experiência de pesquisadores voluntários na comunicação de riscos durante o desastre de 2024, ela vem consolidando uma trajetória em que o dado técnico se conecta cada vez mais com a participação social e a educação para a resiliência climática, um percurso que caminha na direção do projeto de memória agora lançado.<br /><br /></p>
<p dir="ltr">Wendt contribuiu com a perspectiva da Ciência da Informação e dos Estudos de Memória. Sua produção recente concentra-se na reflexão sobre como preservar, documentar e comunicar memórias de eventos climáticos extremos, um campo que ganhou urgência após as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em 2023 e 2024.<br /><br /></p>
<p dir="ltr">Entre seus trabalhos mais diretamente ligados ao tema estão publicações sobre desastres naturais, emergência climática e memória, sobre a urgência da memória diante das enchentes de setembro de 2023 e maio de 2024, o papel da memória em eventos climáticos extremos, também refletindo sobre tecnologias de informação e comunicação para a preservação virtual de memórias traumáticas; e a importância de fontes documentos para preservação da informação em hidrologia.<br /><br /></p>
<p dir="ltr">Wendt e Moraes já haviam somado esforços antes do lançamento da plataforma atual. Juntos, publicaram um estudo sobre ciência cidadã em desastres hidrológicos aplicada às enxurradas de 2023 e às inundações de maio de 2024, além de uma reflexão sobre educação e comunicação como estratégias de resiliência frente a eventos climáticos. Mais recentemente, apresentaram um trabalho especificamente dedicado às séries históricas de cheias no Vale do Taquari, discutindo as contribuições da Arquivologia para a constituição de uma memória documental dos eventos hidrológicos da região, texto que funciona quase como a fundamentação teórica do projeto agora tornado público.<br /><br /></p>
<p dir="ltr">Crédito texto: Lucas George Wendt/Projeto Memória e História Hidrológica da Bacia Hidrográfica do Taquari-Antas<br />Crédito foto: Divulgação</p>
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Atividade será oferecida mensalmente a estudantes da EMEF Ipiranga e da EMEI Pequeno Mundo, ampliando as ações de acolhimento, inclusão e desenvolvimento
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<p>A Prefeitura de Colinas, por meio da Secretaria Municipal de Educação, iniciou nesta segunda-feira, dia 3 de agosto, o projeto de Pet Terapia na EMEF Ipiranga e na EMEI Pequeno Mundo. A iniciativa será destinada a alunos com necessidades e dificuldades específicas, ampliando as estratégias de acolhimento, desenvolvimento e inclusão no ambiente escolar.</p>
<p>O projeto será conduzido pelos instrutores Ricardo e Sirlei, com a participação de cães e gatos preparados para atividades de interação assistida. A proposta é proporcionar um ambiente seguro, acolhedor e motivador, contribuindo para o desenvolvimento emocional, social, cognitivo e comportamental dos estudantes atendidos.</p>
<p>O contato com os animais pode auxiliar na redução da ansiedade e do estresse, estimular a comunicação, fortalecer vínculos afetivos, desenvolver a autoestima e favorecer a concentração e a participação nas atividades escolares. A convivência também contribui para estimular valores como empatia, respeito, responsabilidade e cuidado.</p>
<p>As atividades serão realizadas de forma planejada e individualizada, respeitando as necessidades de cada estudante e os objetivos pedagógicos das escolas. As sessões acontecerão uma vez por mês, sempre às segundas-feiras, conforme cronograma organizado pelas equipes escolares.</p>
<p>Para a secretária de Educação, Cultura, Turismo e Desporto, Maristela Nicolodi de Sousa, a iniciativa representa mais um avanço na inclusão escolar. “Nossa missão é garantir que cada estudante tenha a oportunidade de aprender, se desenvolver e participar plenamente da vida escolar. O projeto de Pet Terapia surge como uma prática capaz de contribuir para o bem-estar e o desenvolvimento dos nossos alunos de inclusão. Quando realizada de forma planejada e acompanhada por profissionais qualificados, a interação com os animais favorece aspectos emocionais, sociais e cognitivos, fortalece vínculos, reduz a ansiedade, aumenta a concentração e promove acolhimento aos estudantes com necessidades específicas”, destaca.</p>
<p>Dando continuidade às ações voltadas à inclusão e ao desenvolvimento dos estudantes, na quinta-feira, dia 6 de agosto, a professora e psicopedagoga Maria Helena Herrmann abordará orientações e práticas relacionadas ao manejo adequado de crianças neurodivergentes no cotidiano com os pais dos alunos da EMEI Pequeno Mundo e da EMEF Ipiranga.</p>
<p>Com as novas iniciativas, a Administração Municipal e as escolas reafirmam o compromisso com uma educação inclusiva, humanizada e voltada ao desenvolvimento integral dos estudantes, fortalecendo o cuidado e oferecendo novas possibilidades de aprendizagem para cada criança.</p>
<p>Assessoria de Imprensa Prefeitura de Colinas </p>
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Município aguarda homologação da Situação de Emergência
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<p>A Prefeitura de Colinas decretou Situação de Emergência após a primeira enchente registrada no município na semana passada, medida que permitirá agilizar a busca por recursos junto aos governos do Estado e Federal para auxiliar na recuperação dos danos provocados pela elevação do Rio Taquari.<br /><br /></p>
<p>Com o decreto publicado, diversas equipes da Administração Municipal estão mobilizadas no levantamento técnico dos prejuízos, etapa fundamental para a homologação da situação de emergência pelos órgãos estaduais e federais e para o encaminhamento dos pedidos de apoio financeiro.<br /><br /></p>
<p>A equipe de engenharia do município realiza a avaliação dos danos na infraestrutura, com atenção especial às estradas, pontes, bueiros e demais obras públicas afetadas. Paralelamente, a Defesa Civil Municipal faz a coordenação geral dos impactos causados pela enchente em todo o território do município.<br /><br /></p>
<p>A Secretaria de Agricultura e Emater estão percorrendo as comunidades do interior para identificar os prejuízos registrados nas propriedades rurais, avaliando perdas em estradas vicinais, acessos, lavouras e demais estruturas utilizadas pelos produtores.<br /><br /></p>
<p>Já a equipe do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), em conjunto com a Secretaria Municipal de Saúde, realiza o levantamento das perdas sofridas pelas famílias atingidas, identificando necessidades e prestando o atendimento social necessário para que os moradores possam acessar os programas de apoio disponíveis.<br /><br /></p>
<p>Segundo o prefeito Marcelo Schroer, o objetivo é reunir todas as informações técnicas com agilidade e precisão para dar sequência ao processo. "Estamos trabalhando de forma integrada para quantificar todos os prejuízos causados pela enchente. Esse levantamento é essencial para que possamos buscar recursos e garantir o apoio necessário à recuperação do município e ao atendimento das famílias atingidas", destacou.<br /><br /></p>
<p>Após a conclusão dos laudos e relatórios técnicos, o município aguarda a homologação da Situação de Emergência pelos órgãos competentes, etapa que permitirá o acesso a recursos e programas de apoio destinados à reconstrução da infraestrutura pública e ao auxílio aos atingidos pela enchente.<br /><br />Créditos texto e foto: Assessoria de Comunicação Prefeitura de Colinas</p>
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O compromisso da Sicredi Ouro Branco RS/MG com o desenvolvimento das comunidades onde está inserida ganhou ainda mais força em 2026.
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<p>Por meio do Fundo Social, a Cooperativa destinou <strong>R$ 2.001.318,38</strong> para apoiar <strong>392 projetos</strong> em sua área de atuação no Rio Grande do Sul e em Minas Gerais. As iniciativas contempladas beneficiam diretamente mais de 267 mil pessoas e são desenvolvidas por instituições que, juntas, atendem mais de 738 mil pessoas, ampliando o alcance das ações e fortalecendo o impacto positivo nas comunidades.</p>
<p>Mais do que a destinação de valores, o Fundo Social representa a essência do cooperativismo na prática. Os recursos, provenientes do resultado da cooperativa e reinvestidos nas regiões onde os associados vivem e atuam, contribuem para fortalecer entidades, ampliar oportunidades e promover melhorias que geram benefícios duradouros para a população.</p>
<p>Os investimentos contemplam projetos nas áreas de educação, cultura, saúde, esporte, segurança, meio ambiente e inclusão social, apoiando desde melhorias em infraestrutura e aquisição de equipamentos até ações voltadas à formação de pessoas e ao fortalecimento de organizações comunitárias.</p>
<p>Os números também evidenciam o crescimento do programa. Em comparação a 2025, o Fundo Social registrou um aumento de 68 projetos contemplados, avanço de 20,99% no número de iniciativas apoiadas. O volume de recursos destinados às comunidades cresceu 24,34%, representando um investimento adicional de R$ 391.731,08.</p>
<p>Para a Sicredi Ouro Branco RS/MG, os resultados reforçam o papel da cooperativa como agente de transformação social e desenvolvimento regional. Ao apoiar projetos que surgem das necessidades identificadas pelas próprias comunidades, a instituição contribui para fortalecer o protagonismo local, estimular a participação cidadã e gerar oportunidades que permanecem muito além da execução de cada iniciativa.</p>
<p>Desde o início do programa, a cooperativa já contemplou 1.658 projetos, totalizando R$ 9.291.506,59 investidos em ações que promovem qualidade de vida, inclusão e desenvolvimento sustentável.</p>
<p>“O Fundo Social traduz o compromisso da Sicredi Ouro Branco RS/MG com as comunidades onde está presente. Cada projeto apoiado representa a força da cooperação transformada em benefícios concretos para as pessoas, fortalecendo entidades, criando oportunidades e contribuindo para construir comunidades cada vez mais desenvolvidas e prósperas”, destaca o presidente da Sicredi Ouro Branco RS/MG, Neori Ernani Abel.</p>
<p>Ao reinvestir parte de seus resultados em iniciativas de interesse coletivo, a Sicredi Ouro Branco RS/MG reafirma seu propósito de construir, junto aos associados e às comunidades, um futuro mais sustentável, inclusivo e colaborativo, gerando impacto positivo para milhares de pessoas em sua área de atuação.</p>
<p>Texto: <strong>Jéssica Conceição Ribeiro</strong></p>
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Com a redução do nível das águas, mais trechos foram liberados para circulação, enquanto outros seguem bloqueados por questões de segurança.
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<p>Seguem interditados:<br />* ERS-129, na Praça da Entrada da Cidade;<br />* Baixada Darci Wathier.</p>
<p>Estão liberados:<br />* ERS-129, no sentido Colinas–Roca Sales;<br />* Estrada Parobé, sentido Colinas–Imigrante;<br />* Estrada Linha Ano Bom, sentido Colinas–Teutônia;<br />* Estrada Linha Roncador, sentido Colinas–Estrela.</p>
<p>Mesmo nos trechos liberados, a orientação é para que os motoristas redobrem a atenção, pois algumas vias ainda apresentam danos provocados pela enchente. As equipes da Prefeitura seguem atuando na limpeza, recuperação e avaliação das estradas afetadas.</p>
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A partir de agosto, os associados da Certel irão perceber uma variação no valor pago pela energia elétrica, fruto da revisão tarifária determinada nesta quinta-feira, dia 30,
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<p>pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O reajuste ocorre anualmente e visa garantir o equilíbrio econômico-financeiro do contrato de permissão, e pode resultar em aumento ou redução na conta de energia, dependendo de fatores como variações nos custos de energia e mudanças regulatórias.</p>
<p>Neste caso específico, haverá um incremento médio de 21,93%, atribuído principalmente à instabilidade vivida por grandes comercializadoras de energia elétrica que solicitaram recuperação judicial, à elevação nos custos de transporte e conexão com a rede da concessionária supridora e ao aumento dos encargos do setor elétrico, fatores que resultaram nesse aumento. Outro aspecto é a insuficiência da infraestrutura de transmissão que, muitas vezes, impede que a energia mais barata, produzida em outras regiões, chegue ao Sul, tornando necessário o despacho de usinas térmicas, de maior custo. As oscilações do dólar e do petróleo, até em razão das guerras atuais, também influenciam os custos do setor.</p>
<p>Vale ressaltar que a maior parte desse acréscimo não fica com a Cooperativa, mas serve para cobrir tributos, encargos setoriais e despesas de permissão, pois o reajuste dos serviços de operação e manutenção que fica com a Certel é de apenas 4,12%. “Apesar desta alta, a tarifa praticada pela Certel ainda deve permanecer cerca de 6% abaixo do valor cobrado pelas demais distribuidoras. Continuaremos dedicados e muito atentos em sempre oferecer uma energia de qualidade e que venha a atender com agilidade e segurança às demandas dos nossos associados, reafirmando nosso compromisso com a eficiência operacional, a gestão responsável dos recursos e a busca permanente por soluções que minimizem os impactos desses fatores aos associados”, observa o presidente, Erineo José Hennemann.</p>
<p>texto: Certel Energia </p>
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Duas famílias foram retiradas preventivamente de suas residências. Elas moram em uma área que fica isolada quando o nível do rio atinge a cota de 32 metros.
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<p>No momento, a RS-129 e o desvio pela Rua Fernando Ferrari seguem interditados.</p>
<p>Os acessos ao município estão sendo realizados pela Linha Roncador, via Imigrante, pelo município de Roca Sales e pela Linha Geraldo, via Teutônia.</p>
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Cerca de 50 empresários participaram da primeira edição do Projeto Gerir – Workshops de Gestão, realizada no auditório do Sindicontábil Vale do Rio Pardo, em Santa Cruz do Sul.
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<p>O evento, promovido no dia 16 de julho em alusão ao Dia Internacional do Cooperativismo, celebrado em 4 de julho, contou com a participação do Presidente do Conselho de Administração da Cooperativa Dália Alimentos, Gilberto Antônio Piccinini, como um dos painelistas convidados para apresentar o modelo de gestão da cooperativa.</p>
<p>Na palestra "Sinergia entre produção, pessoas e resultados", Piccinini destacou os princípios que orientam a Dália desde sua fundação, há 79 anos. Segundo ele, a essência da cooperativa permanece alicerçada no pensamento de seu fundador, João Batista Marchese. "Agradeço a oportunidade de apresentar a Dália e de compartilhar que nossos princípios estão diretamente ligados a uma frase de João Batista Marchese: as soluções nascem quando nos sentamos ao redor de uma mesa pensando no bem comum, e não em interesses individuais", afirmou.</p>
<p>Ao abordar a estrutura administrativa da cooperativa, o presidente explicou que o atual modelo de governança foi inspirado em experiências observadas na França, Itália e na Alemanha, priorizando ética, responsabilidade e participação ativa dos associados. "Nossa gestão segue um modelo parlamentarista, no qual cada pessoa conhece claramente sua responsabilidade. Também realizamos avaliações constantes para garantir o cumprimento do planejamento estratégico e a melhoria contínua da gestão", ressaltou.</p>
<p><strong>Estrutura e governança</strong></p>
<p>Durante a apresentação, Piccinini informou que a Dália reúne atualmente 2.223 famílias associadas, 3.062 colaboradores e atua em 124 municípios gaúchos, com presença comercial em todos os estados brasileiros e exportações para 20 países. No último exercício, a cooperativa registrou faturamento aproximado de R$ 2,2 bilhões.</p>
<p>O presidente também explicou que a Assembleia Geral dos Associados é a instância máxima de decisão da cooperativa. A governança corporativa é formada pelo Conselho de Administração, composto pelo presidente e oito conselheiros, responsável pela representação da sociedade cooperativista, e pela Presidência Executiva, conduzida por Carlos Alberto de Figueiredo Freitas, responsável pela gestão dos negócios, com o apoio da Controladoria e de sete divisões administrativas.</p>
<p><strong>Cadeias produtivas</strong></p>
<p>Na sequência, Piccinini apresentou a estrutura das principais cadeias produtivas da cooperativa. "A Dália atua na suinocultura, com capacidade de abate de 3 mil suínos por dia. Na atividade leiteira, processa até 500 mil litros de leite diariamente, enquanto a unidade de leite em pó possui capacidade para industrializar outros 450 mil litros por dia. Também contamos com um sistema altamente tecnológico no programa Frango de Corte, com capacidade de abater 55 mil aves por turno", destacou.</p>
<p><strong>Varejo e programas institucionais</strong></p>
<p>Encerrando a apresentação, o dirigente destacou a atuação da Divisão Varejo, composta por dois supermercados e seis Casas Agropecuárias, além de apresentar os principais programas e eventos institucionais promovidos pela cooperativa, reforçando o compromisso da Dália com o desenvolvimento dos associados, das comunidades e do cooperativismo.</p>
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<p>Sugestão de legendas:</p>
<p>Piccinini apresentou o modelo de gestão da Dália e destacou os principais segmentos de atuação da cooperativa;</p>
<p>Além de Gilberto Piccinini, participaram do painel o presidente da Sicredi Vale do Rio Pardo, Heitor Álvaro Petry; o presidente da Unimed VTRP, Neori Gusson; e o gerente de Relações Institucionais do Sistema Ocergs, Tarcísio Minetto.</p>
<p> Assessoria de Imprensa</p>
<p class="elementtoproof">Cooperativa Dália Alimentos Ltda.</p>
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