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Durante o encontro, foram levantadas as principais ameaças enfrentadas pelo município:
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<p>A comunidade de Colinas participou, nesta semana, de um importante encontro no Teatro Municipal, voltado à preparação para situações de emergência. A atividade reuniu lideranças locais, representantes da comunidade e autoridades, promovendo um espaço de debate, reflexão e construção coletiva de soluções.</p>
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<p>Durante o encontro, foram levantadas as principais ameaças enfrentadas pelo município. Em um dos momentos da atividade, participantes contribuíram com um diagnóstico inicial, apontando:</p>
<p><br />• Inundação<br />• Deslizamento<br />• Apagão<br />• Temporais<br />• Granizo<br />• Conflitos<br />• Bloqueio de acessos</p>
<p><br /><br />A iniciativa integra as ações do projeto OIM, por meio do programa Tchê Prepara, que busca fortalecer a capacidade de resposta dos municípios do Vale do Taquari diante de eventos climáticos e outras situações de risco. A OIM - Organização Internacional para as Migrações, uma agência da ONU dedicada a promover migrações seguras, ordenadas e humanas. Atua no Brasil (desde 2016) e no mundo apoiando migrantes, refugiados e governos, focando em proteção, assistência, saúde e combate à exploração de pessoas em mobilidade.</p>
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<p>O prefeito Marcelo Schroer destacou a importância do envolvimento da comunidade nesse processo. Segundo ele, ações como essa são fundamentais para diagnosticar riscos e preparar o município para o futuro.</p>
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<p>“Esse trabalho é essencial para que possamos identificar nossas vulnerabilidades e agir com planejamento. Estamos investindo na prevenção e na preparação, pensando sempre em proteger vidas”, ressaltou.</p>
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<p>Além da participação no projeto, o município de Colinas tem intensificado os investimentos e o suporte às ações da Defesa Civil, bem como avançado no processo de reconstrução de áreas atingidas pelas enchentes de 2024.</p>
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<p>Dando continuidade às ações, estão previstos novos módulos de preparação e treinamento durante os meses de abril e maio, incluindo também a realização de um simulado de ativação do plano de contingência, ampliando ainda mais a capacidade de resposta do município.</p>
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Ao reunir dados, imagens, análises e experiências de pesquisa, o livro busca oferecer um panorama amplo sobre a diversidade de espécies as florestas ribeirinhas no Vale do Taquari:
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<p>Um novo livro voltado à compreensão e à recuperação de ecossistemas ribeirinhos foi lançado em 2026, reunindo resultados de pesquisas científicas e experiências de campo realizadas ao longo de quatro anos na Bacia Hidrográfica do rio Taquari, no Rio Grande do Sul, vinculadas à Universidade do Vale do Taquari - Univates.</p>
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<p>A obra <em>“</em><a href="https://bit.ly/46Rj5gc" target="_blank"><em>Restauração ecológica de florestas ribeirinhas: experiências nas margens do rio Taquari e afluentes</em></a><em>”</em> foi organizada pela professora Elisete Maria de Freitas, Luana Lermen Becchi, Marcos Vinicius Vizioli Klaus e Fernanda Bruxel e reúne contribuições de diversos pesquisadores, incluindo professores e estudantes atuais e diplomados da Univates, dedicados ao estudo da biodiversidade e da recuperação ambiental.</p>
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<p><a href="https://bit.ly/46Rj5gc" target="_blank">A obra está disponibilizada em .pdf com acesso livre</a> e estão sendo impressos 200 exemplares para distribuição gratuita para instituições de ensino e pesquisa, bibliotecas, bem como para secretarias ou departamentos de meio ambiente dos municípios. </p>
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<p>O livro surge em um momento particularmente sensível para o debate ambiental no Estado. Eventos extremos recentes, incluindo grandes inundações ocorridas em 2023 e 2024, ressaltaram a fragilidade de muitas margens de rios e arroios e demonstraram a necessidade de ampliar ações de restauração ecológica e de planejamento ambiental. Nesse contexto, a publicação busca sistematizar conhecimentos científicos, apresentar resultados de estudos realizados na região e oferecer subsídios técnicos que possam orientar novas iniciativas de recuperação das chamadas florestas ribeirinhas, formações vegetais que acompanham cursos d’água e importantes na manutenção dos ecossistemas e na promoção da resiliência climática.</p>
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<p>A obra, que inclui uma das metas de um projeto de pesquisa desenvolvido por meio da Política Pública de Reposição Florestal Obrigatória (RFO) da Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Infraestrutura do Rio Grande do Sul (SEMA/RS), foi financiada com recursos da empresa CEEE-Equatorial. A execução do projeto ficou sob responsabilidade da Univates, com coordenação da professora e pesquisadora Elisete Maria de Freitas.</p>
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<p>Ao longo de mais de duzentas páginas, o livro reúne capítulos que abordam desde aspectos conceituais e legais relacionados às áreas de preservação permanente até estudos específicos sobre espécies vegetais, fauna e processos ecológicos presentes nas margens do rio Taquari e de seus afluentes. A publicação também apresenta metodologias de restauração, experiências de pesquisa e dados que ajudam a compreender os desafios envolvidos na recuperação desses ambientes naturais.</p>
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<p><strong>O contexto da obra</strong></p>
<p>O projeto (Estudo de metodologias de restauração da cobertura vegetal das margens de rios e arroios da Bacia Hidrográfica do rio Taquari) que deu origem ao livro foi desenvolvido entre fevereiro de 2021 e março de 2025. A partir desse trabalho coletivo, pesquisadores buscaram documentar técnicas, registrar observações de campo e reunir informações que possam contribuir para futuros projetos de restauração ecológica no Rio Grande do Sul.</p>
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<p>Segundo os organizadores, a recuperação das matas ciliares tornou-se uma prioridade diante do cenário atual de degradação ambiental. Ao longo das últimas décadas, muitas dessas áreas foram ocupadas por atividades urbanas, industriais e agrícolas, o que levou à fragmentação das formações florestais e, em muitos casos, à sua eliminação completa.</p>
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<p>Dados apresentados na obra indicam a dimensão desse processo na Bacia do rio Taquari. Informações do projeto MapBiomas apontam que, antes das grandes inundações registradas recentemente no Estado, apenas 31,64% da faixa de Área de Preservação Permanente ao longo de aproximadamente 140 quilômetros do rio era ocupada por floresta ribeirinha preservada. Após os eventos climáticos de 2023 e 2024, a situação tornou-se ainda mais crítica: no final de 2024 restavam apenas 14,53% de mata nativa nas margens do rio.</p>
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<p>O cenário assinala, segundo os pesquisadores envolvidos no projeto, a urgência de ações voltadas à restauração ecológica das margens fluviais. A perda de vegetação nesses locais compromete uma série de funções ambientais importantes, como a estabilização do solo, a proteção contra erosão e o controle do assoreamento dos cursos d’água.</p>
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<p>As florestas ribeirinhas também são importantes para a manutenção da biodiversidade, pois são ambientes que abrigam grande diversidade de espécies de plantas e animais e funcionam como áreas de abrigo, alimentação e reprodução para diferentes organismos. Além disso, atuam como corredores ecológicos que permitem o deslocamento de espécies e a manutenção do fluxo genético entre populações.</p>
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<p>Outro aspecto destacado na obra é o conjunto de serviços ecossistêmicos oferecidos por essas formações vegetais. Entre eles estão a regulação térmica dos cursos d’água, a redução da evaporação, o sequestro de carbono e a retenção de sedimentos, fertilizantes e agrotóxicos que poderiam contaminar rios e arroios. Quando preservadas em faixas largas e contínuas, as florestas ribeirinhas também ajudam a reduzir a força das águas durante os períodos de inundação, diminuindo impactos sobre áreas agrícolas, infraestruturas e comunidades humanas.</p>
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<p>Apesar dessa importância ecológica, a degradação desses ambientes tornou-se recorrente em diferentes regiões do país. Nas margens do rio Taquari e de seus afluentes, por exemplo, estudos mostram que o avanço de atividades agrícolas ao longo do tempo contribuiu para a retirada da vegetação nativa e para a exposição do solo, favorecendo processos erosivos e o assoreamento dos cursos d’água.</p>
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<p>Os eventos climáticos recentes intensificaram esses problemas. As grandes cheias registradas no Rio Grande do Sul em 2023 e 2024 provocaram deterioração ainda mais acentuada das margens dos rios e agravaram a perda de vegetação ribeirinha. Em muitos pontos, as inundações deixaram taludes expostos e aceleraram processos erosivos, ampliando a vulnerabilidade dos cursos hídricos.</p>
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<p><strong>Técnicas sugeridas </strong></p>
<p>Diante desse cenário, a obra apresenta diferentes estratégias que podem ser utilizadas em projetos de restauração ecológica. Entre as técnicas discutidas estão o plantio de mudas de espécies nativas e a semeadura direta que podem ser executadas em área total ou em núcleos, formando nucleações. Esta técnica consiste na criação de pequenos núcleos de vegetação com a associação de espécies de diferentes grupos ecológicos (pioneiras e secundárias). Desta forma, estimulam a regeneração natural.</p>
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<p>A aplicação da técnicas, no entanto, envolve desafios, que o livro destaca, dentre os quais o controle de espécies exóticas invasoras, a escassez de mudas e de sementes de plantas nativas, a presença de animais domésticos em áreas em recuperação e os elevados custos operacionais de projetos de restauração. A limitação de recursos financeiros e humanos também aparece como um fator que dificulta a implementação de iniciativas em maior escala.</p>
<p> </p>
<p>Outro ponto abordado pelos autores é a necessidade de ampliar a capacitação técnica e a integração entre instituições envolvidas com a gestão ambiental, já que a falta de formação especializada e a ausência de articulação entre diferentes setores podem comprometer a eficácia de programas de restauração ecológica.</p>
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<p>Nesse sentido, o livro também enfatiza a importância da participação da sociedade nos processos de recuperação ambiental. A restauração de florestas ribeirinhas, segundo os organizadores, depende da atuação conjunta de diferentes atores, incluindo governos municipais, estaduais e federal, instituições de pesquisa, iniciativa privada e comunidades locais.</p>
<p><strong>Interdisciplinaridade</strong></p>
<p>A educação ambiental aparece com centralidade no processo de recuperação, uma vez que ampliar o conhecimento da população sobre o papel das matas ciliares e sobre a relação entre conservação ambiental e qualidade de vida é considerado um passo importante para promover mudanças de comportamento e fortalecer a proteção desses ecossistemas.</p>
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<p>O livro também traz contribuições de diferentes áreas do conhecimento, refletindo o caráter interdisciplinar do tema. Os capítulos abordam aspectos botânicos, ecológicos, jurídicos e ambientais relacionados às florestas ribeirinhas, além de apresentar registros de espécies vegetais e animais associados a esses ambientes.</p>
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<p>Entre os conteúdos apresentados estão a descrição de espécies arbóreas e arbustivas nativas das margens do rio Taquari, registros de fungos macroscópicos e estudos sobre aves e mamíferos presentes nesses ambientes com o intuito de ampliar o conhecimento sobre a biodiversidade das florestas ribeirinhas da Região. Também apresenta análises de processos ecológicos, como a chamada “chuva de sementes”, que influencia a regeneração natural da vegetação.</p>
<p> </p>
<p>A obra também dedica capítulos específicos para divulgar espécies vegetais consideradas relevantes para uso em projetos de recuperação ambiental. Entre elas estão plantas pioneiras, importantes na regeneração de áreas degradadas, e espécies adaptadas a ambientes inundáveis, capazes de contribuir para a estabilização das margens dos rios.</p>
<p> </p>
<p>Além de reunir informações científicas, a publicação pretende estimular reflexões sobre o futuro dos ecossistemas fluviais e sobre a relação entre sociedade e natureza. Para os organizadores, restaurar as florestas ribeirinhas não é apenas uma tarefa técnica, mas também um compromisso ético com a conservação da biodiversidade e com a proteção dos recursos naturais.</p>
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<p>A expectativa dos organizadores é que o material sirva como referência para pesquisadores, gestores públicos, estudantes e profissionais envolvidos com a área ambiental.</p>
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<p><strong>Assessoria de Imprensa </strong></p>
<p>Setor de Marketing e Relacionamento com o Mercado </p>
<p>Universidade do Vale do Taquari - Univates</p>
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A proposta do encontro é evidenciar tradições, oportunidades e o turismo rural:
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<p>A Westfália em Festa – 30 anos, que ocorre de 19 a 22 de março no Parque Municipal de Eventos, com ingressos gratuitos em todos os dias, contará com o Seminário de Turismo sobre o tema “Turismo no espaço rural e suas potencialidades culturais”, programado para esta quinta-feira, às 14h30min, no Galpão de Eventos. A proposta do encontro é evidenciar tradições, oportunidades e o turismo rural como um case de sucesso para o desenvolvimento e o fortalecimento do sentimento de pertencimento nas comunidades.</p>
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<p>A realização é da Associação dos Municípios de Turismo da Região dos Vales (Amturvales), em parceria com a Prefeitura de Westfália, com apoio da Associação Cultural Westfaliana, da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Westfália (Aciswest), da Secretaria de Turismo do Governo do Estado, da Emater/RS-Ascar e do curso de Gestão de Turismo da Universidade Federal do Pampa (Unipampa). O objetivo é fortalecer o turismo rural como estratégia de desenvolvimento sustentável, valorizando o patrimônio cultural, a identidade local e as oportunidades para a região.</p>
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<p>Com palestras, painel temático, exposição de artesanato e apresentação cultural, o encontro promove integração entre poder público, trade turístico, empreendedores e comunidade, ampliando conexões e compartilhando experiências.</p>
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<p><span>Programação</span></p>
<p>14h30min – Abertura oficial e apresentação cultural com o Grupo Juvenil do Westfälische Tanzgruppe.</p>
<p>15h – Explanação sobre o tema “Experiências rurais e culturais”, com o diretor adjunto de Promoção e Competitividade da Secretaria de Turismo do Rio Grande do Sul, Rodrigo Santos.</p>
<p>15h30min – Painel “Patrimônio cultural, identidade e turismo: conexões para o desenvolvimento local”, com a professora Ângela Bento Ribeiro (Unipampa) e o professor Carlos José de Azevedo Machado (Instituto Federal Bento Gonçalves) abordando patrimônio cultural e conservação; professora Alice Leoti (Unipampa), trazendo uma abordagem sobre turismo cultural, memória e pertencimento; e o professor Lucildo Ahlert destacando a temática da vivência da cultura local, falas que terão na mediação a professora Juliana Rose Jasper (Unipampa).</p>
<p>17h – Palestra “Turismo rural como estratégia de desenvolvimento, tendências, oportunidades e desafios”, com a assistente técnica regional social da Emater, Elizângela Mainardi, seguida de momento para perguntas e exposição de artesanato “Saberes e fazer tradicional”, com o westfaliano Hugo Pott, fabricante do sapato de pau, um dos símbolos da cultural local, e participação de outros artesãos.</p>
<p>18h – Encerramento com coquetel e apresentação cultural</p>
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<p><span>Feira de Artesanato</span></p>
<p>A Westfália em Festa também contará com Feira de Artesanato, instalada junto ao Galpão de Eventos. Serão cerca de 50 espaços que privilegiam artesãos locais, que puderam se inscrever gratuitamente, e de outros municípios.</p>
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<p>Entre os trabalhos estarão produções em crochê, madeira, sabonetes artesanais, velas, tapeçaria e o tradicional sapato de pau, reforçando a valorização da diversidade cultural e da identidade westfaliana.</p>
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O motorista tentou empreender fuga por cerca de 3 quilômetros.
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<p>Na madrugada desta terça-feira (17), a Polícia Rodoviária Federal recuperou um veículo furtado e prendeu um homem por receptação. A ação ocorreu na BR-386, em Estrela.</p>
<p>Os agentes realizavam ação de enfrentamento à criminalidade na rodovia quando deram ordem de parada ao motorista de um Onix. Ele não parou e tentou fugir dos policiais em alta velocidade, transitando sobre áreas de ajardinamento. Em sua tentativa de fuga, ele saiu da rodovia e percorreu cerca de 3 km no interior do Bairro Boa União, em Estrela, até que a equipe conseguiu abordá-lo.</p>
<p>No procedimento de identificação do veículo, a equipe PRF constatou que ele estava com as placas clonadas. O carro original, emplacado em Porto Alegre, havia sido furtado em fevereiro deste ano no município de Camaquã.</p>
<p>O homem, de 29 anos e natural de São Leopoldo, já possuía passagens por tráfico de drogas, receptação e lesão corporal. Ele foi preso e encaminhado com o veículo para a polícia judiciária de Lajeado. O veículo, após liberação da perícia, será devolvido à proprietária.</p>
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<p>Texto: Asses. Imp. PRF Lajeado</p>
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A ação integra uma ampla programação com vistas e celebrar o aniversário de 30 anos do município:
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<p>Fortalecer o turismo rural como estratégia de desenvolvimento sustentável, valorizando o patrimônio cultural, a identidade local e as oportunidades de negócios para a região. Estes são alguns dos objetivos do seminário Turismo no Espaço Rural e as Potencialidades Culturais – evento que ocorre na próxima quinta-feira (19/03), a partir das 14h30, no Parque Municipal de Eventos de Westfália.</p>
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<p>A ação integra uma ampla programação com vistas e celebrar o aniversário de 30 anos do município – com uma série de atividades culturais, gastronômicas e de entretenimento. Entre as atrações estão as feiras comercial, industrial, agropecuária e de serviços, da Agricultura Familiar e de Artesanato, além de exposição de animais, praça de alimentação, bandinhas, atividades esportivas e apresentações artísticas locais.</p>
<p> </p>
<p>Já o Seminário contará com palestras, painéis temáticos, exposição de artesanatos e momentos de trocas de experiências, com temas, como, Patrimônio Cultural e Preservação; Turismo Cultural, Memória e Pertencimento e Conexões para o Desenvolvimento Local. À Emater/RS-Ascar caberá a palestra Turismo Rural como Estratégia de Desenvolvimento, Tendências, Oportunidades e Desafios, a ser ministrada pela extensionista Elizangela Teixeira.</p>
<p> </p>
<p>A realização é da Associação dos Municípios de Turismo da Região dos Vales (Amturvales) e Prefeitura de Westfália, com o apoio da Emater/RS-Ascar, Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Westfália (Aciswest), Secretaria de Turismo do Governo do Estado, Associação Cultural Westfaliana e Universidade Federal do Pampa. A programação completa e outras informações sobre o evento de Westfália podem ser obtidas no site <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.westfaliaemfesta.com.br/">https://www.westfaliaemfesta.com.br/</a></span>.</p>
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<p><strong>Programação</strong></p>
<p>14h30 – Abertura oficial e apresentação cultural com Grupo Juvenil Westfälische Tanzgruppe</p>
<p>15h – Experiências Rurais e Culturais. Ministrada pelo diretor adjunto de Promoção e Competitividade da Setur/RS, Rodrigo Santos.</p>
<p>15h30 – Painel Patrimônio Cultural, Identidade e Turismo: Conexões Para o Desenvolvimento Local. Temas: Patrimônio Cultural e Conservação, com os professores Ângela Bento Ribeiro (Unipampa) e José de Azevedo Machado (IF Bento); Turismo Cultural, Memória e Pertencimento, com a professora Alice Leoti (Unipampa) e Vivendo a Cultural Local, com o professor Lucildo Ahlert. A mediação será da professora Juliana Jasper (Unipampa).</p>
<p>17h – Palestra Turismo Rural Como Estratégia de Desenvolvimento, Tendências, Oportunidades e Desafios. Ministrada pela assistente técnica regional Social da Emater/RS-Ascar Elizangela Teixeira.</p>
<p>Espaço para perguntas.</p>
<p>Exposição de artesanato e saberes e fazeres tradicionais, com fabricante de sapatos de pau e outros artesãos.</p>
<p>18h – Encerramento com coquetel e apresentação cultural.</p>
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<p>Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar - Regional de Lajeado</p>
<p>Jornalista Tiago Bald </p>
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As empresas interessadas deverão procurar o Sindicato até o dia 31 de março:
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<p>O Sindicato dos Empregados no Comércio de Taquari e Região alerta as empresas do setor de supermercados que os estabelecimentos que possuem interesse em abrir durante os feriados em 2026 deverão assinar acordo coletivo de trabalho com o Sindicato.</p>
<p> </p>
<p>As empresas interessadas deverão procurar o Sindicato até o dia 31 de março. As empresas devem assinar o acordo independente do número de feriados que pretendem abrir. O documento permite a abertura em todos os feriados, com exceção dos dias 25 de dezembro de 2026 e 1º de janeiro de 2027.</p>
<p> </p>
<p>O documento autoriza que as empresas usem mão de obra de trabalhadores nas seguintes condições:</p>
<p>Pagamento de bônus de:</p>
<ul>
<li>R$ 115,00 para jornada de 4 horas ininterruptas</li>
<li>R$ 220,00 para jornada de 8 horas diárias, com intervalo de almoço</li>
<li></li>
</ul>
<p>O pagamento do bônus deve ser feito de forma antecipada por depósito bancário em conta corrente em nome do trabalhador.</p>
<p> </p>
<p>As empresas deverão também:</p>
<ul>
<li>Conceder uma folga proporcional às horas trabalhadas para cada trabalhador por feriado trabalhado, no prazo máximo de 15 dias após o feriado;</li>
<li>Apresentação de escala de trabalho, folga e o comprovante de depósito à entidade sindical 48 horas antes do feriado.</li>
<li></li>
</ul>
<p><strong>Reajuste salarial</strong></p>
<p>As empresas que assinaram o acordo deverão reajustar o salário em 4,36,% e manter todas as cláusulas sociais vigentes no acordo anterior. </p>
<p> </p>
<p>Além disso, os trabalhadores que estudam, têm direito ao auxílio escolar. O benefício é de um piso para trabalhador que estuda e 75% do piso nos casos em que trabalhadores possuem filhos menores de 18 anos que estudem.</p>
<p> </p>
<p>Esse benefício poderá ser substituído pelo Prêmio Assiduidade no valor de R$ 220,00 para trabalhadores que não possuem direito ao auxílio escolar.</p>
<p> </p>
<p><strong>Vésperas de Natal e Ano Novo</strong></p>
<p>Nos dias 24 e 31 de dezembro as empresas encerrarão suas atividades no máximo até as 18h00min. Fechando as portas 30 minutos antes para atender todos os clientes que ainda se encontram dentro do mercado;</p>
<p> </p>
<p>Empresas interessadas devem procurar as sedes do Sindicomerciários, que está localizado na Rua General Osório, 2274, Centro, Taquari e Rua Dom Pedro II, 1302, Canabarro, Teutônia.</p>
<p> </p>
<p>O Whatsapp é o 3653-3094 (Taquari) e 3762-8404 (Teutônia) e o horário de atendimento é de segunda à sexta das 8h30 às 12h e das 13h30 às 18h. </p>
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Encontro reuniu lideranças regionais e parlamentares para tratar da continuidade da ligação asfáltica entre nove municípios:
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<p>Lideranças municipais e regionais estiveram reunidas na sexta-feira, dia 13 de março, na localidade de Novo Paris, em Brochier, para tratar dos avanços no projeto da Rodovia Transcitrus. O encontro ocorreu na Sociedade 25 de Julho e reuniu representantes dos municípios que integram a iniciativa, além de parlamentares e assessores.</p>
<p><br />Participaram do encontro os deputados federais Alceu Moreira, Danrlei de Deus e Pompeo de Mattos, além do deputado estadual Luciano Silveira. O encontro teve como objetivo agradecer pelos recursos já disponibilizados ao projeto e reforçar o pedido de apoio para garantir a continuidade das obras de ligação asfáltica da rodovia.</p>
<p><br />O município de Poço das Antas esteve representado pelo prefeito Glicério Ivo Junges, pelo vice-prefeito Leonardo Olávio Griebeler, além de secretários municipais e vereadores. Durante a programação, também foi apresentado o vídeo institucional da Rodovia Transcitrus, reforçando a importância da obra para a mobilidade regional, o fortalecimento da economia e o incentivo ao turismo entre os municípios envolvidos.</p>
<p><br />Para o prefeito Glicério Ivo Junges, o encontro demonstrou a força da união regional em torno do projeto. “A Rodovia Transcitrus é um projeto muito importante para toda a região. A união entre os municípios e o apoio das lideranças políticas são fundamentais para que possamos avançar com essa obra, que representa mais desenvolvimento, mobilidade e oportunidades para nossas comunidades”, destacou.</p>
<p><br />Ao todo, nove municípios integram o projeto da Rodovia Transcitrus: Poço das Antas, Salvador do Sul, Brochier, Paverama, Maratá, Harmonia, Montenegro, Pareci Novo e São José do Sul. O encontro reforçou a mobilização conjunta dos municípios.</p>
<p>FOTOS: AI Poço das Antas</p>
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Aplicação do Nirsevimabe para proteção de recém-nascidos prematuros contra o Vírus Sincicial Respiratório
Medida preventiva visa reduzir casos graves de bronquiolite e pneumonia:
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<p>A Secretaria Municipal de Saúde de Teutônia informa que já está disponível na rede municipal de saúde o medicamento Nirsevimabe, um anticorpo monoclonal incorporado ao Sistema Único de Saúde (SUS) pelo Ministério da Saúde para a prevenção de infecções causadas pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR).</p>
<p> </p>
<p>O VSR é a principal causa de bronquiolite e pneumonia em crianças pequenas, podendo evoluir para quadros graves, especialmente em bebês prematuros e naqueles com comorbidades. A aplicação do Nirsevimabe representa um avanço significativo na proteção desse público vulnerável durante a sazonalidade da doença.</p>
<p> </p>
<p>Público-alvo e Critérios<br />A vacinação será realizada em duas frentes, conforme as diretrizes do Departamento do Programa Nacional de Imunizações (DPNI):</p>
<p> </p>
<p>Primeira aplicação/sazonalidade (público ampliado): Destinada a TODAS as crianças nascidas a partir de setembro de 2025 que se enquadram no critério de prematuridade (idade de nascimento menor ou igual a 36 semanas e 6 dias). O benefício é válido para bebês nascidos tanto na rede pública quanto na rede privada.</p>
<p> </p>
<p>Segunda aplicação/sazonalidade (público específico): Destinada exclusivamente a crianças COM COMORBIDADES listadas pelo Ministério da Saúde e com idade inferior a 24 meses (até 1 ano, 11 meses e 29 dias).</p>
<p> </p>
<p>Onde procurar atendimento<br />Pais e responsáveis que acreditam que seus filhos se enquadram nos critérios estabelecidos devem procurar a sala de vacinas de referência do seu bairro ou a unidade de saúde mais próxima para mais informações e agendamento da aplicação.</p>
<p> </p>
<p>Em caso de dúvidas sobre critérios de inclusão, documentação necessária ou locais de atendimento, os responsáveis podem entrar em contato diretamente com a sala de vacinas de referência de sua região.</p>
<p> </p>
<p>Sobre o Vírus Sincicial Respiratório (VSR):<br />O VSR é um vírus altamente transmissível e uma das principais causas de doenças respiratórias em bebês e crianças pequenas em todo o mundo. A prevenção com o Nirsevimabe ajuda a evitar a evolução para quadros graves que podem exigir hospitalização.</p>
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De acordo com dados apresentados na CPI, a concessionária deveria ter concluído até o momento mais de 31 quilômetros de duplicações nas rodovias do Bloco 3:
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<p>A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Pedágios da Assembleia Legislativa ouviu, nesta segunda-feira (16/3), o diretor-presidente da Concessionária Caminhos da Serra Gaúcha (CSG), empresa responsável pelas rodovias do chamado Bloco 3, que abrange trechos nas regiões da Serra e do Vale do Caí. Relator da CPI, o deputado estadual Miguel Rossetto (PT) afirmou que a experiência do Bloco 3 confirma os problemas do modelo de concessões implantado pelo governo de Eduardo Leite.</p>
<p> </p>
<p>Segundo o parlamentar, o modelo adotado pelo Estado assegura reajustes anuais de tarifa para as concessionárias, mas não garante a realização dos investimentos previstos em contrato. “O usuário paga uma tarifa cara, que é reajustada todos os anos, mas não recebe as obras prometidas. Esse é o retrato do fracasso desse modelo”, afirmou.</p>
<p> </p>
<p>De acordo com dados apresentados na CPI, a concessionária deveria ter concluído até o momento mais de 31 quilômetros de duplicações nas rodovias do Bloco 3. No entanto, passados três anos do início da concessão, nenhum quilômetro foi efetivamente duplicado. Ao mesmo tempo, as tarifas foram reajustadas em cerca de 35% no período, percentual superior à inflação medida pelo IPCA.</p>
<p> </p>
<p>Entre as obras que deveriam ter sido entregues até janeiro de 2026 estão a duplicação da ERS 122 no contorno de Caxias do Sul (10,9km), da ERS 453 no trecho entre Bento Gonçalves e Farroupilha (17,9km), da RS 446 na área urbana de São Vendelino (1km) e da RS 240 na saída de Montenegro em direção a Rincão do Cascalho (1,8km), além de acostamentos, vias marginais e pontos de parada e descanso.</p>
<p> </p>
<p>Outro ponto destacado pelo relator foi o elevado número de multas aplicadas aos usuários. Desde o início da operação da concessionária, já foram registradas mais de 1,1 milhão de multas nas rodovias administradas pela CSG. Para Rossetto, o cenário demonstra um modelo que impõe custos à população sem garantir as melhorias prometidas na infraestrutura.</p>
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<p>Durante a sessão, também foram discutidos os pedidos de reequilíbrio econômico-financeiro apresentados pela concessionária, que podem chegar a cerca de R$ 760 milhões. A CPI questiona o fato de a empresa pleitear recursos adicionais mesmo sem cumprir integralmente as obrigações contratuais previstas no cronograma inicial de obras.</p>
<p> </p>
<p>O deputado também criticou o anúncio de eventos do governo estadual para divulgar investimentos nas rodovias concedidas. “Apesar do atraso das obras e do descumprimento do contrato, o governo participa de um evento hoje, em Caxias do Sul, para anunciar investimentos que ainda não saíram do papel. A pergunta que fica é: essa festa é para comemorar o quê? O reajuste das tarifas ou mais um adiamento das obras?”, questionou.</p>
<p> </p>
<p>Para o relator, o caso do Bloco 3 deveria servir de alerta para o Estado. O governo ainda prepara novos editais de concessão para o Bloco 1, na Região Metropolitana, e para o Bloco 2, que abrange rodovias do Vale do Taquari, Norte e Serra. A CPI avalia que os problemas identificados no atual modelo precisam ser enfrentados antes da ampliação do sistema.</p>
<p> --</p>
<p>Juliana Thomaz</p>
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Moradores de Encantado terão acesso gratuito ao espetáculo mediante apresentação do cartão SUS:
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<p>Nos dias 1º, 2 e 4 de abril, Encantado terá a encenação do espetáculo “Religare”, no Parque João Batista Marchese. Inspirada na Paixão e Ressurreição de Cristo, a montagem cênico musical propõe uma releitura contemporânea da narrativa bíblica, aliando tradição religiosa e recursos tecnológicos.</p>
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<p>A estrutura contará com iluminação especial, projeção mapeada, trilha sonora ao vivo e elenco formado por atores da cidade e da região. O nome do espetáculo vem do latim “religare”, que significa “reconectar”, e simboliza a intenção de unir fé, arte e comunidade em uma experiência coletiva.</p>
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<p>Entre os personagens já confirmados na montagem estão Gustavo Klauck, no papel de Jesus; Ane Elise de Conto, como Maria; Lucas Schneiders, interpretando o apóstolo João; Jonas Calvi, como apóstolo Pedro; José Calvi, no papel de Pilatos; Gabriel Benincá, como Satanás; e Daniel Dal Molin, que dará vida a Judas. As personagens Salomé e Joana serão interpretadas por Raquel Cadore e Maria Eduarda Slaifer.</p>
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<p><strong>Preparação intensa nos bastidores</strong></p>
<p>Nos ensaios, o clima é de dedicação e entrega. À frente do papel principal, Gustavo Klauck, já participou de outras encenações da Paixão de Cristo na região, mas afirma que esta experiência tem sido diferente. “Eu chego a me arrepiar ao falar da minha preparação. Vai muito além de estudar textos bíblicos ou assistir filmes. Decidi viver também um processo pessoal durante a Quaresma. Deixei o cabelo e a barba crescerem, mudei hábitos. É algo que mexe comigo por dentro”, relata.</p>
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<p>Para Ane Elise de Conto, que vive Maria e participa pela primeira vez de uma encenação da Paixão de Cristo, o desafio é intenso. “Estou estudando muito a personagem, sua história e sua importância, para conseguir transmitir com veracidade as angústias de uma mãe que acompanha o filho rumo à crucificação”, afirma.</p>
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<p><strong>Ingressos gratuitos para Encantadenses</strong></p>
<p>Moradores de Encantado terão acesso gratuito ao espetáculo mediante apresentação do cartão SUS, iniciativa que busca garantir a participação da comunidade local e ampliar o acesso da população ao evento.</p>
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<p>A primeira edição de “Religare” é uma realização da Associação Cultural Encantado, com o apoio da Prefeitura Municipal. O patrocínio é de Corsan. Nossa natureza movimenta o Rio Grande.</p>
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